#1- Owning Her Innocence - Innocence #1 - Alexa Riley traduzido

SWEET CLUB BOOK’S Disponibilização: Eva Bold Tradução: Equipe Sweet Club Book’s Revisão Inicial: Eli Sant - pdf za darmo

21 downloads 74594 Views 820KB Size

Story Transcript


SWEET CLUB BOOK’S Disponibilização: Eva Bold Tradução: Equipe Sweet Club Book’s Revisão Inicial: Eli Santos Revisão Final: Fofuxa1000 Leitura Final: Vivi Formatação: Jessy

SEQUÊNCIA DA SÉRIE

William Darkling é um solteirão maduro sexy e bem sucedido, com o mundo a seus pés, mas está perdendo a única coisa que ele precisa, mais do que qualquer coisa. Haley acaba de completar dezoito anos e está pronta para aprender sobre o amor e perder um pouco de sua inocência. Depois de uma festa de aniversário traumática, ela acorda amarrada a uma cama, à mercê da pessoa que ela mais confia. Haley tem sido desde sempre o seu animal de estimação, mas agora William quer mais. Ele quer amá-la como todo Daddy deve amar sua menina.

CAPÍTULO 1 HALEY O cheiro almiscarado foi a primeira coisa da qual me tornei ciente. A segunda era que não conseguia mover minhas mãos ou pernas – elas pareciam pesadas. Espere, não, acho que estou amarrada. Remexo-me, vendo se poderia me libertar, mas o material macio, como um pano de cetim me segura firme. "Onde estou?" sussurro para mim mesma, sacudindo-me em uma tentativa de me libertar da venda. BAM! Uma porta bate; talvez em alguma sala distante. Eu fico imóvel. Devo gritar? Um arrepio corre pela minha espinha e, de repente, me torno muito consciente de que estou nua. Exceto pelo que sinto como algo ressecado no meu peito. Enquanto minha respiração intensifica, o cheiro almiscarado parece crescer. O que é esse som? Passos. Alguém está vindo. Ouço passos se aproximando. Talvez, apenas talvez, se eu ficar quieta o suficiente eles vão apenas ir embora. Os passos ficam cada vez mais altos, até que param. Prendo a respiração pelo que parece uma eternidade. Começam novamente, desta vez se afastando de mim. Liberando a respiração que estava

segurando, coloco minha cabeça de volta, para baixo no colchão. Pense, Haley, como vim parar aqui? Qual minha última lembrança?

*** WILLIAM - A noite anterior – "Eu gostaria de agradecer a todos por terem vindo esta noite, para comemorar a formatura da minha pequena Haley." Eu acho que nunca vi meu pai tão feliz antes. Ele continua falando sobre como sou uma menina crescida agora. É hora de crescer, diz ele. "Chega de viver sob meus comandos, Haley." Ele até chegou ao ponto de limpar meu quarto, na semana passada, removendo todos os meus bichos de pelúcia, minhas bonecas que tive desde sempre, alegando que precisava de uma reforma. Depois contratou a empresa de construção de William para pintar minhas belas paredes que eram cor de rosa. Agora, o quarto é de um azul tão feio que me faz tremer de raiva da cabeça aos pés cada vez que entro nele. "Ela não é minha garotinha mais. Ela é uma mulher jovem pronta para entrar no mundo, e tenho certeza que ela vai fazer grandes coisas. Eu te amo, Haley. Você me fez um pai muito orgulhoso. Eu desejaria

que sua mãe estivesse aqui para vê-la agora." Aplausos rompem e eu saio correndo para abraçar o meu pai. Eu sei o que o seu discurso significa, mas o pensamento de crescer e ser uma mulher me apavora por dentro. Preciso de um pouco de ar. Está muito quente nesta casa e estou começando a me sentir como se não conseguisse respirar. Enquanto faço o meu caminho pelo corredor vejo William encostado na porta dos fundos. William, o homem que me faz estremecer toda por apenas vê-lo. Ele tem ombros largos e as coxas musculosas. Ele é todo homem. Tive uma queda por ele desde sempre. Embora no ano passado tenha me evitado como se estivesse com lepra. Ele costumava vir aqui todo o tempo, afinal, é o melhor amigo do meu pai. Me pegava na escola quando meu pai tinha que trabalhar até tarde, ou ficava e me colocava na cama quando não tinha ninguém em casa. Lembro de enrolar-me em seu colo, enquanto lia histórias para mim antes de dormir; sempre poderia convencê-lo a ler uma segunda. "Por favor, Daddy William, só mais uma." "Mais uma, querida, e é isso. Você me entende? Eu não quero ter que transformar essa pequena bunda em vermelho cereja." Naquela época, a ameaça só me fez rir, pensar nisso agora faz minha calcinha molhar. William levanta-se de sua posição contra a porta quando chego mais perto. Seu cabelo escuro está começando a tornar-se salpicado com cinza, o que só lhe acrescenta mais encanto. Homens poderiam

saber quando uma menina fica molhada? Apenas o pensamento de William saber isso sobre mim faz minha face esquentar. "Deus, Haley, você tem o rubor mais doce que já vi," diz ele, passando o dedo no meu rosto, e não posso deixar de corar ainda mais. Ele rapidamente tira a sua mão, como se eu estivesse doente. Olhando para mim com aquele mesmo olhar que ele tem me dado recentemente. Não consigo descobrir o que é. Sentia falta de seus toques. Ele nunca mais me tocou. Na verdade, nem sequer olha para mim, e quando o faz o seu rosto é severo - deixou de ser o Daddy William que conhecia. Ele também deixou bem claro que não quer que o chame assim, corrigindome cada vez que eu uso o apelido. "Daddy William, você quer jogar damas comigo?" Tinha pedido uma noite. "É William, Haley. Agora diga isto." Apenas olhei para ele. Não queria que fosse apenas William. Ele era meu Daddy William. "Diga, Haley," ele pressionou. "Esqueça, Williammm!" Disse,

pronunciando seu nome na

esperança de pressionar ele um pouco. "Eu não quero jogar damas com você de qualquer maneira." Eu nunca vou esquecer ele me agarrando pelos braços e me puxando para perto, diretamente contra seu peito largo, mergulhando sua cabeça diretamente para baixo ao lado do meu ouvido, sua barba roçando contra a minha pele macia.

"Isso é bom, pequena Haley. É melhor você não jogar comigo afinal." Seu nariz estava pressionado no meu pescoço e senti como se ele estivesse me cheirando. Em seguida, ele se foi. Essa foi a última vez que William me tocou... Um ano sem o seu toque. Até este momento. "Boa noite, William." Não posso evitar a maneira sarcástica que digo o nome dele agora. É como um pequeno corte de papel cada vez que digo isso, e quero que ele saiba disso. Ou talvez só quero uma reação dele. Alguma coisa. Qualquer coisa para conseguir um pouco de sua atenção. Vejo o tique em sua mandíbula e não posso ajudar, mas sorrio para a minha pequena vitória. "Que bom que pôde tirar uns dias longe de tudo o que você está fazendo, para vir a minha pequena festa de formatura. Deus sabe que você não tem vindo nos visitar mais." Jesus Cristo! Isto saiu de maneira mais irritada do que pretendia. Eu nunca vi William com outra mulher, mas não posso deixar de pensar que isso é o que tem estado mantendo ele longe de nós... De mim. Corta meu coração. "Todos nós temos vidas, Haley. Tal como o seu pai continua dizendo, você é uma menina crescida agora e é hora de você começar a agir como tal." Meus ombros caem com suas palavras. Aí está, novamente, sou uma menina crescida agora. Suavemente, sussurro, "Talvez eu não queira ser essa garota crescida."

Ele murmura algo que não chego a ouvir e a temperatura na sala parece subir. "Porra, Haley, não posso lidar com isso agora. Leve seu pequeno traseiro para onde quer que esteja indo." Sinto o aumento do nó na minha garganta; não posso deixá-lo ver como está me afetando. "Então por que você não move seu rosto estúpido para longe da porta!" Grito para ele. Tomara que a raiva contenha minhas lágrimas por mais alguns momentos até que possa fazer a minha fuga. "Agora, Haley, não pense que você é velha demais para ser dobrada e ter sua calcinha puxada para baixo para que espanque sua doce bundinha." Não posso controlar o nó em minha garganta que deixa meus lábios trêmulos. Como ele ousa! Isso ajuda a conter minhas lágrimas e sinto a raiva aumentar. Ele me ignora desde o ano passado, então acha que pode apenas vir aqui e mandar em mim? Não penso assim, Daddy William. Empertigome, para parecer um pouco mais alta, mas ele ainda me supera em uns trinta centímetros de altura, então não tenho certeza de que esteja funcionando. "Eu gostaria de ver você tentar... Daddy William." Mal termino minhas palavras ele me agarra pela cintura, vira e me empurra contra a porta que ele estava apoiado momentos antes.

Viro meu rosto para olhar para ele através do véu dos meus cílios; este é um olhar que nunca vi antes. Seus olhos parecem mudar para o mais profundo verde que já vi. Ele desliza uma de suas pernas entre as minhas, apoiando a mão esquerda ao lado do meu rosto e sua direita no meu quadril, tornando impossível uma fuga. Estou totalmente presa. Ele não iria me machucar, iria? A mão que ele tem no meu quadril aperta, causando uma dor aguda que parece ir direto para o meu núcleo. Oh Deus, o formigamento entre as minhas pernas está de volta de uma maneira que nunca senti antes. Juro que posso sentir meu pulso lá em baixo, e sinto vazar um líquido de minhas partes femininas. Nunca estive com um garoto - não, um homem assim antes. A única experiência que tenho foi da vez que minha melhor amiga Molly me falou para ir ao jogo de basquete de seu irmão. Molly é louca por garotos, e como nós estudamos em uma escola católica particular só de meninas, nós nunca chegamos a ficar perto dos meninos. Depois do jogo, seu irmão Tim me pegou na arquibancada e tentou enfiar a língua

viscosa

na

minha

garganta,

o

que

foi

completamente

inapropriado. Quando cheguei em casa e disse ao meu pai sobre isso, ele me encaminhou direto para o médico para prevenção de natalidade. Tentei explicar, mas ele estava muito assustado para ouvir. Felizmente não lhe disse que era o irmão de Molly, ou ele provavelmente não teria me deixado ir na casa dela mais.

Esse momento, no entanto, é o completo oposto. O que ele faria se eu me movesse para que minhas partes femininas ficassem à direita da sua coxa? Será que ele sentiria a umidade? Será que perceberia isto se apenas me movesse para trás um pouco? Por que quero me mover para trás e para frente? Quão bom seria fazer isso? Eu quero. Tenho que fazer. Vejo seus olhos caírem para meus lábios. Aposto que o beijo de William não seria nada como o...

Life Enjoy

When life gives you a hundred reasons to cry, show life that you have a thousand reasons to smile

Get in touch

Social

© Copyright 2016 - 2019 AZPDF.PL - All rights reserved.